Agilidade

é comportamento

Coaching Diferente

Agilidade: A essência sobre a forma

Agilidade é uma forma-filosofia-moda que vem permeando o cenário das empresas no Brasil e no mundo.

Talvez seja precoce dizer que a agilidade é uma forma de gestão, isso porque a sua base é o comportamento e não os frameworks. Ora, se relembrarmos um pouco os primeiros e os mais famosos estudiosos de gestão e administração, chegaremos ao comportamento como base. É unânime.

Sendo assim, ser ágil não tem nada de novo, certo? Deveria ser assim, além da parte técnica. Fazer reunião em pé, sentar em círculo ou colar post-it nas paredes quer dizer mais sobre coordenação motora do que ser ágil!

Não compartilhamos modismos e ganância

Viral tem sua definição em atingir um número grande de pessoas em um pequeno espaço de tempo. Há também os virais no mundo empresarial, que acabam se tornando moda. Rapidamente empresas querem fazer o que o mercado está fazendo, mesmo sem saber muito bem do que se trata. Já outras organizações passam a oferecer este serviço/produto de maneira encantadora, mesmo que não tenham domínio sobre aquilo.

É assim que o viral ou modismo ganha força. Empresa “y” faz e a “x” quer fazer também. Organização “z” está implantando e a concorrente quer implantar para não ficar para trás.

Qual é o real sentindo em fazer tudo isso?

Aqui na Propósito MAIOR® nós temos o cuidado de entender o porquê de uma empresa querer implantar o ágil. Algumas perguntas são feitas:

  • Qual é o propósito da sua empresa?
  • Para que sua empresa existe?
  • Quais são seus valores?
  • Quais são as competências definidas?
  • Onde a agilidade se encaixa nisso tudo?
  • Como a agilidade pode apoiar a sua empresa neste momento?
  • O que deve ser feito antes de implantar esta modalidade?
  • O RH já comprou a ideia do projeto?
  • O RH é ágil?

No decorrer da conversa outras perguntas surgirão. E por experiência própria sabemos que quase nunca são respondidas com sinceridade. Uns porque não sabem, outros porque não pensaram nesta estrutura antes.

Não compartilhar modismos e ganância neste cenário quer dizer o seguinte: Não implementamos a agilidade por implementar e não queremos gerar receita desta maneira.

Essência e Comportamento

Para a Propósito MAIOR® a “agilidade é comportamento” e é o mesmo que dizer “sem comportamento não há agilidade”. A agilidade pode ser aplicada sob várias formas como metodologias, técnicas, frameworks, mas entendemos que o comportamento é o segredo para o sucesso da implantação do ágil, sendo a essência do processo de transformação cultural e digital.

Comportamentos e competências são observáveis e mensuráveis, podendo ser adquiridos e desenvolvidos seja através de DISC, avaliações 360, entrevistas ou jogos. A mentalidade, cultura, objetivos no curto e longo prazo, as pessoas e seus comportamentos compõem nosso ponto inicial para entender o propósito das empresas.

Nosso missão é entender e vivenciar a cultura, identificar e reconhecer os pontos fortes, vulnerabilidades e desafios rumo a uma jornada apoiada por melhoria contínua através de experiências para proporcionar a todas as pessoas envolvidas um meio de viver o propósito ao invés de buscá-lo como se fosse um fim.

Com este processo visualizamos um retrato do estado inicial junto às expectativas de um estado desejado. Num trabalho contínuo, consistente e crescente, a essência passa a tomar forma.

Nesta parte do processo se inicia o desenvolvimento de comportamentos e competências.

Pirâmide Organizacional e Agilidade - Propósito MAIOR®
Propósito é início e não fim
Valores claros e definidos para seguir e não ficar no papel
Comportamentos observáveis e competências (soft skills)
Conjunto de habilidades técnicas (hard skills)
Políticas, regas e procedimentos

Nossos diferenciais

1

Metodologia própria (3 Cs 3 Fs)

2

Não seguimos receitas de bolo. Cada programa é singular e desenhado do zero

3

Sempre mensuramos os resultados, tanto os subjetivos quanto os objetivos

4

Há acompanhamento presencial realizado além das sessões e reuniões pré-estabelecidas

5

Trabalhamos com o propósito de promover a consciência, autonomia e responsabilidade ao mesmo tempo que encurtamos a distância de nosso cliente ao seu objetivo. É uma transformação consistente e duradoura durante uma jornada

Fases do processo da

Agilidade da Propósito MAIOR®

Diagnóstico

O processo de diagnóstico é realizado para capturar uma fotografia do estado inicial dos envolvidos no processo, desde as pessoas aos departamentos ou a organização. Este processo é constituído por duas reuniões com o RH e as lideranças e um workshop (recomendado o REfundar ou Afundar).

A primeira reunião acontece antes do workshop para alinhamento de expectativas e a segunda é realizada para ajustar os desejos e realidade com os próximos passos.

As investigações e análises das informações capturadas no diagnóstico permitem conectar os pontos e gerar um conhecimento definido e sólido para desenvolver programas exclusivos com base em fatos recentes advindos de experiências reais.

Além do workshop contamos com outras opções para obter dados factuais com base em vivências e na realidade da organização, sem achismos, modismos, suposições, vontades aleatórias ou hierárquicas. O processo de diagnóstico em si já é uma ferramenta de diagnóstico para validar os próximos passos.

Desenho de Programa

O desenho é um processo de planejamento estratégico utilizando técnicas de Design Thinking combinadas com metodologias de desenvolvimento comportamental e organizacional a fim de elaborar um roadmap coerente com o diagnóstico e com os resultados almejados de maneira sistêmica, considerando diversas opções para adequações ao longo das jornadas aplicadas.

Neste processo são considerados fatores relevantes fundamentais para as pessoas envolvidas nas jornadas, as necessidades de energia, tempo, oportunidades e recursos. O processo de transição comportamental inerentemente promove ações e, naturalmente como esperado, também as consequências nos relacionamentos e comunicação interpessoal, dos quais também são considerados nas jornadas de trabalho.

O diagnóstico faz um levantamento de informações de forma leve e lúdica os desafios atuais dos envolvidos no processo. Estes desafios podem ser:

  1. Falta de transparência
  2. Comunicação falha
  3. Liderança ausente
  4. Falta de gestão para conflitos e mudanças
  5. Baixo empenho e produtividade
  6. Ausência de clareza nos objetivos e competências

Com base nas investigações e análises do diagnóstico desenhamos o passo a passo da primeira jornada, que pode conter cursos, treinamentos, palestras e dinâmicas, e preliminarmente desenhamos a segunda jornada, que consiste em trabalhos comportamentais com mais proximidade e assertividade para acompanhamento do desenvolvimento das pessoas. Utilizamos frequentemente a adequabilidade flexível, portanto, entre a primeira e a segunda jornada, novamente rodamos a metodologia de desenho de programa.

Início de Ciclo (Onboarding)

Após a apresentação do desenho proposto para as jornadas de trabalho realizamos um processo fundamental de Onboarding iniciado com uma reunião de início de ciclo, considerada uma kick-off geral, para alinhar as expectativas e os interesses das pessoas envolvidas. Há a opção de particionar estrategicamente esta reunião inicial da melhor maneira para atender aos objetivos requisitados. Se necessário, outras reuniões auxiliares podem ser realizadas mediantes as circunstâncias e situações adversas de cada organização e mercado.

O processo de Onboarding tem intuito de promover a realização efetiva de processos de transformação de mentalidade e comportamento. Provocamos e estimulamos o engajamento genuíno através de três fatores básicos de nossa metodologia: propósito e significado, transformações relevantes e impactantes, e vínculos emocionais positivos. Entendemos que o engajamento acontece naturalmente e com vitalidade quando baseado em curiosidade e interesse legítimos.

A vida é naturalmente composta por ciclos de experiências e realizações dependentes de fatores internos e externos. Quando um ciclo se encerra outro automaticamente se inicia, muitas vezes independente de nossa vontade. Nossos trabalhos são vistos como programas consistentes, podendo abranger projetos similares ou diferenciados aplicados concomitantemente ou em fases. Um programa é proposto para acompanhar um ciclo permitindo maior desempenho e autonomia sobre a efetividade em mudanças e experiências das pessoas, dos processos e dos produtos resultantes.

A seguir descreveremos as três jornadas de aplicação prática da agilidade. Algumas empresas optam por aplicar diretamente a terceira jornada, sem sequer saber da existência dos desafios da primeira e da segunda jornada. Como mencionado anteriormente, as competências comportamentais são o segredo do sucesso da aplicação da agilidade. Portanto, recomendamos que a aplicação da terceira jornada seja precedida por processos comportamentais anteriores.

Jornada

As empresas que estão passando por transformação cultural ou digital sempre esbarram em desafios parecidos, normalmente comunicação, confiança e liderança, dentre outras competências comportamentais intersociais e intrapessoais.

A preparação das pessoas da organização para uma mudança já é a própria mudança em si. Mudanças abruptas causam impacto socioemocional negativo, apesar de obter um resultado em curto prazo. No entanto, o desgaste é intenso e não compensa para o futuro da organização em relação à relevância e impactos destes resultados, podendo gerar efeitos negativos colaterais não previstos.

O trabalho realizado em soft skills não somente é necessário como é fundamental para uma transformação digital nas organizações. Esta transformação digital é primariamente cultural, e cultura se traduz por mentalidade e comportamentos coletivos.

Metodologias como gestão por competências, liderança positiva, comunicação não violenta, as 5 disfunções de uma equipe coesa e líder coach são utilizados com bastante frequência nesses casos, com diversas opções de aplicação como cursos, treinamentos, palestras e dinâmicas.

Além disso, promovemos experiências fora da empresa para integração das pessoas (organização contratante e Propósito MAIOR® também) e desenvolvimento de competências.

Dependendo das circunstâncias, a segunda jornada pode ser iniciada durante a primeira jornada como um direcionamento e acompanhamento das competências recém adquiridas.

Jornada

Apesar de anteriormente no Desenho do Programa já haver um programa desenhado preliminarmente para a segunda jornada, antes de iniciá-la realizamos uma nova reunião de alinhamento com o RH e a liderança para definir os próximos passos e, se necessário, desenhar um novo programa para a segunda jornada.

Acreditamos que além dos treinamentos da primeira jornada se faz necessário um acompanhamento mais profundo, próximo e contínuo para transformações de mentalidade e comportamentos consistentes, estáveis e duradouros, portanto, recomendamos mentoria e/ou coaching executivo ou team coaching.

Estes trabalhos de abordagem mais próximas permitem a aplicação de nossa metodologia de forma a desenvolver pessoas na transição de hierarquia vertical para horizontal de organizações em rede. Para tanto, é primordial que trabalhemos a liderança em processo top-down para que a mentalidade e os comportamentos sejam exemplares na influência e apoio das demais pessoas e equipes.

Recomendamos fortemente a realização da segunda jornada pela efetividade do programa. Os profissionais e as organizações já conhecem a dificuldade entre receber conhecimento e aplicá-lo de fato. No entanto, a segunda jornada tem por propósito a transformação de conhecimento em comportamento, sem rodeios, sem desperdícios, aumentando a produtividade, desempenho e efetividade na mentalidade e nos comportamentos.

A segunda jornada, após um período de estabilização e resultados mínimos observáveis deve seguir paralelamente com a terceira jornada para a efetiva aplicação da agilidade por comportamentos observáveis, estáveis e duradouros.

Jornada – Implantação da agilidade

Agora é possível falarmos sobre frameworks e a metodologia ágil!

Uma vez tendo aplicado processos de sensibilização para desenvolvimento de soft skills para a transformação cultural a partir da liderança top-down é possível implementar técnicas e metodologias lean ou ágeis, ou até mesmo num momento futuro uma nova transição sobre novas metodologias que sequer imaginamos.

Neste momento de implantação ágil é imprescindível trabalhar o aprendizado para obter e aplicar novos conhecimentos técnicos. Portanto, cursos, treinamentos, workshops, vivências, e principalmente o ensino devem ser priorizados além dos aprendizado. Estas capacitações técnicas devem ser realizadas em equipes com dinamismo e experiências práticas a maior parte de seu tempo.

Para tal utilizamos a metodologia 70:20:10 de ensino e aprendizado empírico, acadêmico, e mercadológico, ou seja, provocamos e promovemos experiências reais e trazemos pessoas do mundo real amparados por conhecimentos técnico-científicos além do conhecimento tácito em níveis operacionais, táticos e estratégicos.

Dito isso, reforçamos que, em um segundo momento, a implantação deve ser continuada a partir dos próprios colaboradores através do ensino voluntário e compartilhado gerando novos conhecimentos, soluções e práticas para as necessidades e objetivos do dia a dia.

Durante o processo de capacitação técnica a promoção e provocação das competências comportamentais socioemocionais são mantidas e estimuladas através da oportunidade de uso continuado no dia a dia das rotinas de agilidade, inclusive quando amparadas por processos de coaching executivo, team coaching ou mentoria para Talentos Digitais.

É importante frisar que quaisquer processos de transformações comportamentais, tais como as digital e cultural, não são realizados da noite para o dia, tampouco com rápido retorno sobre investimentos pela curva de aprendizado e adaptação. Por este motivo é essencial um método de mensuração resultados que consiga levantar as informações subjetivas e transformá-las em objetivas para acompanhar o desenvolvimento deste processo.

Para apoiar a transformação digital usamos o design organizacional, pois a organização deve ser assistida por uma equipe que faz o levantamento do clima organizacional, do desenvolvimento humano pessoal e profissional, que aplica conceitos de educação 4.0 e gestão 3.0 para manter o desempenho e satisfação das pessoas.

Esta implementação terá sucesso quando as próprias pessoas tiverem competências comportamentais e socioemocionais melhores ou equivalentes às capacidades técnicas e metodologias processuais de trabalho, resultando nos tão aclamados Talentos Digitais.

Fechamento de Ciclo (Offboarding)

Essa é a parte do processo onde nós temos certeza de que mais um passo foi dado em nossa caminhada em viver um Propósito MAIOR®.

Por ser exclusivo, cada programa acompanha um ciclo e um tempo determinado de forma única, porém, o encerramento é feito com a mesma energia positiva de qualquer outro trabalho que tenhamos realizado.

A proposta nesta última etapa do processo é provocar um aumento de consciência em cada uma das pessoas de quanto ela mesma se desenvolveu e o quanto a equipe evoluiu positivamente, com base nas pesquisas e entrevistas feitas no decorrer do programa. Logo após realizamos uma reunião de apresentação e encerramento com o RH e a liderança.

O Offboarding para fechamento oficial acontece com todos os envolvidos juntos em um momento feito para mostrar os resultados, apresentação do processo de cada um dos envolvidos e algumas surpresas reservadas por nós!

Fases do processo da

Agilidade da Propósito MAIOR®

Por que adotamos este modelo?

Ao longo do tempo e através de muitas experiências percebemos que as pessoas melhoram por causa delas mesmas e das pessoas que estão ao redor. Se a determinação para melhorar não vem do coração, isso não vai acontecer. E nós conseguimos medir essa vontade, por sistemas e por sentimentos, que é o mais importante!

A medição mensal do programa e a presença dos nossos profissionais nas empresas trazem mais clareza e acolhimento para os participantes. Esse movimento apóia quem de fato está se dedicando ao desenvolvimento, o que fica claro através de atitudes como comprometimento e execução dos planos de ação e colocar em prática e compartilhar os aprendizados.

Não somos contratados por conta do coaching, somos contratados para entregar resultados de excelência. Então temos como premissa básica levar experiências únicas para que o retorno sobre o investimento aconteça de forma muito satisfatória.

Quem não quer se desenvolver, não se desenvolve. Reservamo-nos o direito de não atender a quem não quer participar. Não invadimos o espaço de pessoas desinteressadas e garantimos o nosso sucesso com pessoas que realmente acreditam em nós.

Existem dois elementos básicos no coaching: o necessário e o opcional. Se a pessoa não garante ou não quer se comprometer com o primeiro, nada acontece.

Não trabalhamos com mudanças, trabalhamos com transformações. Algumas empresas têm o hábito enviar as pessoas para treinamentos de dois ou três dias esperando que ela volte com outro comportamento. Isso não se sustenta de forma alguma. Nós quebramos este hábito através do nosso modelo.

Comprovamos através de estatísticas próprias e por depoimentos que pessoas que seguem o nosso processo se tornam profissionais melhores, sejam eles líderes ou não.

Notamos que as empresas que aderem ao nosso modelo realmente se preocupam com transformação verdadeira e genuína. Além disso, elas entendem o real poder do business coaching através da transformação de mindset e comportamento.

Benefícios da Agilidade

1

Foco no desenvolvimento comportamental da equipe

2

Equipes autogerenciáveis

3

Entregas de alta qualidade

4

Entregas antecipadas e previsíveis

5

Custos e cronograma previsíveis

6

Foco no usuário

7

Permite mudanças

8

Concentração no valor comercial

9

Maior satisfação do cliente

10

Maior controle do projeto

11

Redução de riscos

12

ROI mais rápido

13

Engajamento dos stakeholders

14

Transparência

Perguntas Frequentes

O que é agilidade?

O nome “Ágil” ou “Agilidade” surgiu para representar um movimento que surgiu nos anos 90 em resposta aos cansativos métodos de gerenciamento de desenvolvimento de software que dominavam na época, que aqui chamamos de “métodos tradicionais” ou “cascata”.

É possível ser ágil sem trabalhar o comportamento?

Sim, é possível. Porém, os resultados são rasos e passageiros. Sugerimos a leitura do Manifesto Ágil para que haja conhecimento da importância do comportamento nesta modalidade.

Ágil é só para TI?

A agilidade nasceu dentro da TI, mas não deve ficar só neste setor. Hoje em dia a agilidade é usada para tudo, inclusive para atividades domésticas.

Quem deve comprar a ideia da implementação ágil?

A área de pessoas, ou RH, deve ser a primeira a comprar a ideia e adotá-la de fato. Ágil é muito mais sobre pessoas do que formas de executar tarefas.

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